A fratura do fêmur distal ocorre logo acima do joelho e pode atingir a superfície articular. Em jovens costuma resultar de trauma intenso; em idosos pode acontecer após queda simples, especialmente com osteoporose ou prótese de joelho.
Como essa condição acontece?
A força pode separar os côndilos, fragmentar a metáfise e lesionar cartilagem e tecidos moles. O alinhamento do membro, a congruência do joelho e a estabilidade da fixação são importantes para reduzir rigidez e desgaste futuro.
Principais sintomas e sinais
dor e inchaço importante ao redor do joelho
incapacidade de apoiar
deformidade ou encurtamento
ferida, pé frio ou perda de sensibilidade
Como é feito o diagnóstico?
Radiografias do fêmur e joelho identificam o padrão; tomografia detalha a superfície articular e auxilia no planejamento. O exame avalia pele, circulação, nervos e possibilidade de síndrome compartimental ou outras lesões.
Opções de tratamento
Fraturas sem desvio em pacientes selecionados podem ser tratadas sem cirurgia, mas a maioria das lesões desviadas precisa de estabilização. Placas bloqueadas, hastes retrógradas ou combinações podem ser utilizadas. Em alguns idosos com articulação já muito comprometida, uma reconstrução protética pode ser considerada.
Decisão individualizada: a conduta considera exames, estabilidade, tecidos envolvidos, idade biológica, nível de atividade, doenças associadas e objetivos do paciente.
Recuperação e acompanhamento
Mobilidade precoce do joelho é desejável quando a estabilidade permite. O apoio pode ser limitado inicialmente e evolui conforme fixação e consolidação. Fisioterapia trabalha amplitude, força e marcha. Osteoporose e estado geral também fazem parte do cuidado.
Dúvidas frequentes
A fratura pode atingir a prótese do joelho?Sim. Fraturas periprotéticas exigem avaliar estabilidade da prótese e quantidade de osso disponível.
Por que o joelho fica rígido?Trauma, inchaço e imobilização favorecem aderências; movimento orientado ajuda a reduzir esse risco.
Quando posso apoiar?Depende da estabilidade da reconstrução, qualidade óssea e evolução radiográfica.
Guia ortopédico para pacientes
Fratura do fêmur distal
A fratura do fêmur distal ocorre logo acima do joelho e pode atingir a superfície articular. Em jovens costuma resultar de trauma intenso; em idosos pode acontecer após queda simples, especialmente com osteoporose ou prótese de joelho.
Como essa condição acontece?
A força pode separar os côndilos, fragmentar a metáfise e lesionar cartilagem e tecidos moles. O alinhamento do membro, a congruência do joelho e a estabilidade da fixação são importantes para reduzir rigidez e desgaste futuro.
Principais sintomas e sinais
dor e inchaço importante ao redor do joelho
incapacidade de apoiar
deformidade ou encurtamento
ferida, pé frio ou perda de sensibilidade
Como é feito o diagnóstico?
Radiografias do fêmur e joelho identificam o padrão; tomografia detalha a superfície articular e auxilia no planejamento. O exame avalia pele, circulação, nervos e possibilidade de síndrome compartimental ou outras lesões.
Opções de tratamento
Fraturas sem desvio em pacientes selecionados podem ser tratadas sem cirurgia, mas a maioria das lesões desviadas precisa de estabilização. Placas bloqueadas, hastes retrógradas ou combinações podem ser utilizadas. Em alguns idosos com articulação já muito comprometida, uma reconstrução protética pode ser considerada.
Como o tratamento é decidido?
O objetivo é reconstruir a articulação, o eixo e a estabilidade para permitir reabilitação segura. Tomografia pode detalhar a superfície do joelho. Qualidade óssea, prótese prévia, tecidos moles, fragmentação e capacidade de cumprir as restrições de apoio influenciam o plano.
Decisão individualizada: o exame físico, as imagens, a condição clínica e os objetivos do paciente precisam ser analisados em conjunto.
Recuperação e acompanhamento
Mobilidade precoce do joelho é desejável quando a estabilidade permite. O apoio pode ser limitado inicialmente e evolui conforme fixação e consolidação. Fisioterapia trabalha amplitude, força e marcha. Osteoporose e estado geral também fazem parte do cuidado.
Dúvidas frequentes
A fratura pode atingir a prótese do joelho?Sim. Fraturas periprotéticas exigem avaliar estabilidade da prótese e quantidade de osso disponível.
Por que o joelho fica rígido?Trauma, inchaço e imobilização favorecem aderências; movimento orientado ajuda a reduzir esse risco.
Quando posso apoiar?Depende da estabilidade da reconstrução, qualidade óssea e evolução radiográfica.
A fratura do fêmur distal ocorre logo acima do joelho e pode atingir a superfície articular. Em jovens costuma resultar de trauma intenso; em idosos pode acontecer após queda simples, especialmente com osteoporose ou prótese de joelho.
Como essa condição acontece?
A força pode separar os côndilos, fragmentar a metáfise e lesionar cartilagem e tecidos moles. O alinhamento do membro, a congruência do joelho e a estabilidade da fixação são importantes para reduzir rigidez e desgaste futuro.
Principais sintomas e sinais
dor e inchaço importante ao redor do joelho
incapacidade de apoiar
deformidade ou encurtamento
ferida, pé frio ou perda de sensibilidade
Como é feito o diagnóstico?
Radiografias do fêmur e joelho identificam o padrão; tomografia detalha a superfície articular e auxilia no planejamento. O exame avalia pele, circulação, nervos e possibilidade de síndrome compartimental ou outras lesões.
Opções de tratamento
Fraturas sem desvio em pacientes selecionados podem ser tratadas sem cirurgia, mas a maioria das lesões desviadas precisa de estabilização. Placas bloqueadas, hastes retrógradas ou combinações podem ser utilizadas. Em alguns idosos com articulação já muito comprometida, uma reconstrução protética pode ser considerada.
Como o tratamento é decidido?
O objetivo é reconstruir a articulação, o eixo e a estabilidade para permitir reabilitação segura. Tomografia pode detalhar a superfície do joelho. Qualidade óssea, prótese prévia, tecidos moles, fragmentação e capacidade de cumprir as restrições de apoio influenciam o plano.
Decisão individualizada: o exame físico, as imagens, a condição clínica e os objetivos do paciente precisam ser analisados em conjunto.
Recuperação e acompanhamento
Mobilidade precoce do joelho é desejável quando a estabilidade permite. O apoio pode ser limitado inicialmente e evolui conforme fixação e consolidação. Fisioterapia trabalha amplitude, força e marcha. Osteoporose e estado geral também fazem parte do cuidado.
Dúvidas frequentes
A fratura pode atingir a prótese do joelho?
Sim. Fraturas periprotéticas exigem avaliar estabilidade da prótese e quantidade de osso disponível.
Por que o joelho fica rígido?
Trauma, inchaço e imobilização favorecem aderências; movimento orientado ajuda a reduzir esse risco.
Quando posso apoiar?
Depende da estabilidade da reconstrução, qualidade óssea e evolução radiográfica.